domingo, 12 de março de 2017

Romance com o Duque - Tessa Dare, opinião

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Título Original: Romancing the Duke
Autora: Tessa Dare 
Editora: TopSeller
Número de Páginas: 304

Sinopse:

Uma donzela perdida, um castelo misterioso,
 um duque com um temperamento 
e um passado um pouco… complicados. 
O cenário perfeito para um amor improvável.

Como filha de um afamado escritor, Isolde Ophelia Goodnight, também conhecida por Izzy, cresceu em redor de românticos contos de cavaleiros corajosos e belas donzelas. As histórias daqueles livros prometiam inúmeras possibilidades. E por isso mesmo nunca duvidou de que o romance teria lugar também na sua vida.

À medida que foi crescendo, porém, foi riscando essas possibilidades da lista. Uma a uma:
O patinho feio que se tornou cisne.
Ser raptada por um atraente salteador de estrada.
Ser salva da miséria por um príncipe encantado.

Alto lá…

Agora que os seus desejos de amor romântico se haviam gorado, Izzy já estava resignada a uma vida de mera subsistência. Mas havia um conto de fadas predestinado a esta mulher de vinte e seis anos, não tão atraente quanto isso, pobre e que nunca fora beijada. Esse conto de fadas era... 

Este.

Opinião:

Quero começar por dizer que, apesar de ter demorado uns quantos dias a ler esta obra (entre viagens de transportes e momentos de espera em consultas e afins), dei a minha leitura por terminada há menos de 10h e adorei! Estou absolutamente rendida ao estilo livre e despretensioso de Tessa Dare, cuja história envolta em romance e alguma luxúria, também é pautada por momentos de seriedade e de muitas gargalhadas. E mal posso esperar por ler o seguinte. Já está na wishlist!

A parte este pequeno interlúdio, Tessa Dare apresenta-nos um romance que, à partida, nada tem de romântico, tendo em conta que a nossa protagonista não reúne quaisquer características auspiciosas ao amor, à excepção da sua determinação.

Izzy Goodnight é, pois então, uma jovem cuja sorte não lhe tem sorrido, mas que tem diante de si o maior dos desafios: tornar o Castelo de Gostley no seu lar, convencendo o seu antigo dono e actual inquilino a colaborar com todas as transformações inerentes.
Escusado será dizer que, mudanças ... não estão nos seus planos. Muito menos deixar-se envolver pelo charme e sedução da sua nova senhoria, e todos os desafios que baixar a guarda implica...

Temos então, reunidos os ingredientes para um romance cujo cenário é um castelo assombrado e abandonado, um senhorio que tem tanto de atraente como misterioso, e a nossa protagonista que tenciona sair das histórias de infância e tomar as rédeas da sua própria vida.
Como disse anteriormente, é o primeiro livro que tive oportunidade de ler, e os seguintes estão na lista. É uma leitura que recomendo vivamente!

Classificação: 4/5 

terça-feira, 7 de março de 2017

O Palavra-Padrão, um cantinho em expansão

Eu juro, juro que não queria rimar. Vou atribuir isso ao cansaço destes últimos dias, porque comecei a trabalhar e a verdade é que já não estava habituada a este ritmo eheh.

Voltando ao que interessa: é com muita alegria que partilho convosco que a Daniela estendeu o seu cantinho sob a forma de um blog. O qual vos apresento para que possam visitar :)

 

Vou começar por dizer  que adoro a simplicidade com que nos deparamos no início, e aos poucos e poucos podemos, a nossa Daniela fala connosco sobre o seu trabalho e nos dá a conhecer " testemunhos de clientes, fotos do processo de produção dos "miminhos", entre muitas outras surpresas". Curiosos? Eu já subscrevi a newsletter para estar sempre actualizada! :)


sábado, 4 de março de 2017

Viajando por aí - Benguela#1

 Ora bem, acho que só caí na realidade, quando o avião aterrou em solo africano, a 5 de Novembro de 2016. De certo modo, acho que ainda estava muito envolta pelo entusiasmo de viajar, que não pensei bem no assunto (apesar do tempo ter sido mais que muito porque no total fizemos três escalas: Lisboa-Amsterdão, Amsterdão-Luanda, Luanda-Catumbela)

Angola é um país rico em contradições e contrastes - a província onde fiquei é uma pequena prova disso. Das primeiras coisas que me chocaram (estilo balde de água gelada) foi a pobreza à vista de todos. Crianças meio-vestidas vinham ter connosco "madrinha, dá moeda para comprar pão". Caramba, ouvir isso ás 7h30 da manhã custa. E começar o dia, sabendo que esta era a realidade de todos os dias, marca uma pessoa, porque além do pão ou das bananas que lhes dávamos quando tínhamos, que mais podíamos fazer? Angola é um país tão rico, mas ao mesmo tempo tão pobre...

Por outro lado, apesar das dificuldades que este povo enfrenta, é incrível como nos acolhem e nos fazem sentir em casa, mesmo sendo de fora e tendo uma cor de pele diferente. Vais na rua e falam contigo, vêem-te meio desorientada e oferecem ajuda. 

Além disso, Benguela tem um dos pores-do-sol mais bonitos que já vi.



Só para não falar nas praias. As nossas são nota 10, mas lá, senhores, não ficava nada atrás, mas lá iremos.

A nível de estágio, tivemos muito contacto com a comunidade que visitava o Centro Materno-Infantil Nossa Senhora da Graça, onde acompanhávamos nas consultas e na realização de palestras. Mas também nos deslocávamos ao mercado, junto dos que não iam ao Centro. No centro propriamente dito, desenvolvemos acções de promoção de saúde não só no âmbito da saúde infantil e da pediatria, como também da saúde materna e das consultas pré-natal.