domingo, 29 de setembro de 2013

Inferno - Dan Brown - opinião


Título Original: Inferno
Autora: Dan Brown
Editora: Bertrand Editora
Número de páginas: 551

Sinopse:
«Procura e encontrarás.»

É com o eco destas palavras na cabeça que Robert Langdon, o reputado simbologista de Harvard, acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou como ali chegou. Também não sabe explicar a origem de certo objeto macabro encontrado escondido entre os seus pertences.

Uma ameaça contra a sua vida irá lançar Langdon e uma jovem médica, Sienna Brooks, numa corrida alucinante pela cidade de Florença. A única coisa que os pode salvar das garras dos desconhecidos que os perseguem é o conhecimento que Langdon tem das passagens ocultas e dos segredos antigos que se escondem por detrás das fachadas históricas.

Tendo como guia apenas alguns versos do Inferno, a obra-prima de Dante, épica e negra, veem-se obrigados a decifrar uma sequência de códigos encerrados em alguns dos artefactos mais célebres da Renascença - esculturas, quadros, edifícios -, de modo a poderem encontrar a solução de um enigma que pode, ou não, ajudá-los a salvar o mundo de uma ameaça terrível…

Passado num cenário extraordinário, inspirado por um dos mais funestos clássicos da literatura, Inferno é o romance mais emocionante e provocador que Dan Brown já escreveu, uma corrida contra o tempo de cortar a respiração, que vai prender o leitor desde a primeira página e não o largará até que feche o livro no final. 

Sobre o Autor: (*)
O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra.  
Tentou fazer carreira como compositor, pianista e cantor. No entanto, este plano de vida fracassou e Dan Brown acabou por ir estudar história da arte em Sevilha, em Espanha. Em 1993 regressou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance Digital Fortress, que foi lançado em 1996 com algum sucesso.
Dan Brown é autor de O Código da Vinci, Anjos e Demónios, A conspiração, Fortaleza Digital, O Símbolo Perdido e Inferno, obras com grande sucesso e editadas em Portugal pela Bertrand Editora.

Opinião:
Assim de chofre, este é um livro em que nada é o que parece, e quando se pensa que é a, o autor troca-nos as voltas até percebermos que afinal é b. Li-o praticamente de uma assentada, enquanto esperava no aeroporto do Funchal para regressar a Lisboa. E não deixa de ser notável quando finalmente erguemos o olhar para o mundo, que continua a girar à nossa volta, e ficamos surpreendidos por ter passado tanto tempo.
Nesta história, o Professor Robert Langdon embarca numa aventura, sem o mínimo resquício de memória dos últimos dois dias, viajando pelo Inferno, parte da célebre obra de Dante Alighieri, A Divina Comédia.
Desenrolando-se em cenários de tirar a respiração, Florença, Veneza e Instambul, Robert Langdon e a jovem médica Sienna Brooks, tentam, numa corrida contra ao tempo, impedir o culminar de uma tragédia que ameaça o mundo. Mas sendo perseguidos em todo o seu percurso, conseguirão chegar a tempo? E saberá Robert em quem poderá confiar?

Gostei imenso deste livro e parece que todas as palavras que tinha a escrever se ficaram por lá eheh
Penso que a só a sinopse fala por si, e chama o leitor a pegar-lhe, como que num ciciar hipnotizante. Muito à semelhança dos livros anteriores, Dan Brown consegue cativar o leitor de tal maneira que lhe dá a conhecer e o leva pelos caminhos mais recônditos e enigmáticos possíveis da história e do mundo, numa aventura em espiral, e sem sair do lugar!
Já ouvira falar da obra em questão, A Divina Comédia, mas na altura, a curiosidade não me levou a ir mais além. Todavia, e felizmente, Dan Brown regou a sementinha, pelo que, assim que acabei o livro, pus os neurónios a funcionar, e encontrei maneira de poder ler a obra de Dante. Não sei quanto tempo levarei a ler, mas assim que o fizer, virei aqui partilhar convosco :)

Confesso que a vontade é debitar sobre tudo o que há a dizer, mas, correndo o risco de fazer spoilers, convido-vos antes a escolher um local confortável da vossa preferência, e a perderem-se nas páginas deste livro :)

Classificação: 4/5


(*) A Biografia do Autor foi retirada da Wook mas abreviada, pois era muito extensa. A meu ver, deixei o essencial, incluindo algumas curiosidades que desconhecia sobre o mesmo.

Fumo Azul - Nora Roberts, opinião


Título Original: Blue Smoke
Autora: Nora Roberts
Editora: Edições Chá das Cinco
Número de páginas: 416

Sinopse:

O incêndio que destruiu o negócio da família da jovem Reena Hale mudou a sua vida para sempre. Vizinhos e amigos ajudaram os Hale a reconstruir o que perderam, mas ao testemunhar a beleza destruidora do fogo, Reena decide dedicar-lhe a sua vida. Mas ela não é a única a sentir-se fascinada pelas chamas. Há mais alguém seduzido por esse poder, alguém obcecado não só em conquistar o fogo, mas em o usar para uma vingança brutal.
Quando a jovem realiza o sonho de se tornar bombeira, descobre que é o maior desafio que alguma vez viveu… com excepção da sua vida amorosa, claro. Até que conhece Bo Goodnight. Ele é diferente e, agora que encontrou Reena, não a quer deixar ir. Infelizmente há outro homem interessado nela. Alguém que a persegue com uma série de crimes horrendos. E enquanto Reena tenta localizar a origem de tanto ódio contra si, terá que enfrentar um inferno, mil vezes pior do que o fogo.

Sobre a Autora:


Nora Roberts é considerada um verdadeiro fenómeno editorial. Desde o dia em que começou a escrever histórias a lápis, o sucesso nunca mais a largou. Muitos dos seus mais de 150 livros foram já adaptados ao cinema e estão traduzidos em cerca de 26 idiomas.
Com mais de 250 milhões de cópias dos seus livros impressas e mais de 100 livros na lista do New York Times até à data, Nora Roberts é indiscutivelmente a escritora de ficção feminina mais célebre e amada dos dias de hoje. 


Opinião:

Nora Roberts volta a cativar-nos com mais uma das suas história, desta feita, em redor do fogo.
Catarina Hale, mais carinhosamente chamada por Reena, viu toda a sua vida marcada pelo tom bruxuleante das chamas. Desde a noite em que vira o restaurante da família ser consumido pelo fogo, sem ainda estar consciente, decidiu dedicar-lhe a sua vida e fazer dele o seu trabalho. Até chegar a detective na Brigada de Incêndios, Reena teve de muito batalhar e continuar o seu percurso, independemente da tragédia estar presente.
Paralelamente, Bo Goodnight parece ter vivido a sua vida em busca d'A Rapariga de Sonho. E por entre encontros fugazes e desencontros, acabam por se encontrar (aleluia!), ainda que da forma mais aleatória possível - descobrem que são vizinhos.

Pessoalmente, também não me importava nadinha, de todo, de ter um metro e oitenta e picos, carpinteiro, altamente bem constituido e uns olhos que ui! (e conhecendo os gostos de Mrs. Nora Roberts, penso que estão por dentro do assunto :p).
Enquanto o a história se desenrola, com muitos pontos interessantes, esta é, uma vez mais, pontuada pela tragédia. Porém, desta vez, Reena não irá permitir que mais nada seja ceifado pelo fogo, nem irá descansar até apanhar o responsável. Nem que para isso tenha de arriscar a sua própria vida.

Ora bem, este é um daqueles romances estilo policial que mais me agrada ler. Isto tendo em conta o factor Nora Roberts, que engloba uma série de características que conseguem cativar o leitor. No que toca a ambientes, adorei todo aquele que girava em torno da Família Hale - uma família italiana, muito unida entre si -, com o suave aroma à bela cozinha italiana, que parecia chegar até mim, por entre as diversas páginas.
O vasto leque de personagens também contribuiu para uma leitura fluída e agradável. Se bem que houve uma ou outra - ou duas ou três - que me irritavam solenemente. Na questão do romance, confesso-me culpada em momentos que só queria saber quando é que eles iam ver-se cara a cara, por um minuto completo, sem que o outro tivesse de se ir embora. E quando finalmente aconteceu, senti a respiração em suspenso, extravasar numa sonora gargalhada.
E por fim, o véu de mistério, deu aquele toque de tirar o fôlego, desde a primeira à última página.

Este é um livro que não foge ao que autora já habituou os leitores portugueses. Recomendo-o vivamente, e agradeço por estar em tão grande conta. (A sério, mas que achado!)

Classificação: 4/5

E as meninas que também tiveram oportunidade de o ler, que acharam? :)

(In)temporais

Bom dia!
Ai, eu sei que já é Outono, mas este S. Pedro podia poupar-nos a toda esta chuva que caí a rodos lá fora.
Com estes dias, a vontade é de nos enroscarmo no so fá numa manta, com um livro e uma bebida quente. Isso e mandar à fava os trabalhos que há para fazer...
Ah, São Pedro, vida injusta!, hein? :p


Bom domigo e boas leituras!*

domingo, 22 de setembro de 2013

Nomeia a Pilha! [Selo]


Encontrei este selo no blog da Mónica, A Thousand Lives. E achei super interessante.
Ainda bem que neste mundo há pessoas com originalidade e paciência para criar selos fantásticos como estes. Por isso, um obrigado à Mafi e à Ne do Algodão Doce para o Cérebro :)

A princípio, pensei que não ia conseguir construir a minha pilha, e lá ia ter de optar pelo meu primeiro nome :P Mas sob um olhar mais atento, lá percebi que estava erra. E pois então que cá está a minha pilha:


           Louca por Compras
A ilha das Garças
     A Árvore dos Segredos

Então, atrevem-se a criar as vossas? :)
Podem ver o post original e aderir à iniciativa aqui.