segunda-feira, 28 de abril de 2014

Feliz dia do Sorriso!

Se há coisa que me faz sorrir, e que tem em comum com o Dia Mundial do Livro (que me passou no post 23/4 *shame on me*) é mesmo livros :D
 
E hoje recebi este livrinho, maaaais o marcador para a colecção *nas nuvens*! da primeira troca que fiz. Escusado dizer que estou mega entusiasmada, não só porque vai ser uma estreia com esta autora, e pelas reviews que já andei a ler, a minha curiosidade só aumenta!



Sorriam sempre! E mesmo que não haja motivo, lembrem-se do que vos faz feliz e de quem vos faz bem... no fundo há sempre qualquer coisinha boa na nossa vida! Nem que sejam os livros :P

sábado, 26 de abril de 2014

Confissões

Há duas semanas que me passaram a 1a temporada do Game of Thrones. E assim que vi o primeiro episódio, rendi-me à série! (Lá se vai a resistência eheh) O problema é que desde então (estou quase na segunda), deixei a leitura do segundo volume em stand-bye!
Cara comunidade literária, this is a cry for help! Como é que fazem nestas situações? Conseguem equilibrar a leitura com a série?

Beijinhos e boas leituras!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

[TAG] Chocolates Literários

Mil anos depois... (estou a brincar, quase um mês -.-') trago-vos uma tag que descobri pela Sara do Cantinho da Neptuno. E como o título indica, esta tag conjuga dois dos meus guilty pleasures - livros e chocolates (que estão sempre em voga, quaisquer que seja a época do ano *-*)

http://asonhardeolhosabertos.blogspot.pt/2014/03/tag-chocolates-literarios.html 

Chocolate Preto: um livro que aborda um tema escuro (abuso, violência doméstica, violação, assédio moral, morte, etc.)
 

 Chocolate Branco: um livro leve e divertido que adores

 
Desculpa, Sara, mas para além de te imitar, vou-te citar :P - A Fada do Lar é uma das comédias brilhantes de Sophie Kinsella. Nada melhor para passar bons momentos descontraídos.


Chocolate Recheado com Caramelo: um livro do qual muitas pessoas falam e que queres muito ler

http://3.bp.blogspot.com/_bd7JAbNRKS4/S-UgU5NUc_I/AAAAAAAABlY/O3u5SmGScsM/s1600/MZ_A_Rapariga_Que_Roubava_Livros.jpg
É uma vergonha ainda não ter lido um clássico com este...

Kinder Surpresa: um livro que te surpreendeu recentemente

http://static.fnac-static.com/multimedia/PT/images_produits/PT/ZoomPE/8/7/5/9789722341578.jpg

Lion: um livro que te deu vontade de rosnar, de tão chateado(a) que ficaste

 
Cheguei ao fim, e já não sabia se me havia de rir pela futilidade ou se havia de bufar...

Chocolate Quente com Marshmallows: um livro que já leste e voltarias a ler centenas de vezes
 

Este foi o primeiro livro que li da Nora Roberts, e, que por conseguinte, me catapultou para as suas restantes obras, por isso há-de ter sempre um significado especial (ou sabor, visto que estamos a falar de chocolates eheh)

Caixa de Chocolates: um livro que já leste e que tem algo que agrade a todos

http://www.oresenhista.com.br/wp-content/uploads/2014/03/artigo-harry-potter-2.jpg
Pergunta complicada, já que é de si complicado agradar a gregos e troianos lool mas à semelhança da Sara, vou escolher Harry Potter (mas vou fazer batota e escolher a saga e quem quiser que escolha :P)

E ainda na onda do pós-páscoa, convido-vos a trincar um chocolate e a pegar num bom livro e a perderem-se nele :P    

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Herança de Vergonha - Nora Roberts, opinião


Título Original: Born in Shame 
Trilogia da Herança - Vol. III
Autora: Nora Roberts
Editora: Edições Chá das Cinco
Número de páginas: 288


Sinopse:

Shannon Bodine é uma talentosa ilustradora numa das mais prestigiadas agências de publicidade de Nova York. Mas a sua vida dá uma reviravolta quando descobre a identidade do seu verdadeiro pai: Thomas Concannon. Respeitando a última vontade da falecida mãe, Shannon ganha coragem e viaja até à distante Irlanda. Mas quando lá chega, a sua solidão e vergonha desaparecem na alegria da família que ela nem sabia existir. E na linda paisagem irlandesa, impregnada de lenda e misticismo, Shannon descobre finalmente a possibilidade de um amor que estava predestinado. Herança de Vergonha continua a história das irmãs Concannon, mulheres dos nossos dias, ligadas pelo espírito intemporal da sua terra.


Sobre a Autora:

Nora Roberts é considerada um verdadeiro fenómeno editorial. Desde o dia em que começou a escrever histórias a lápis, o sucesso nunca mais a largou. Muitos dos seus mais de 150 livros foram já adaptados ao cinema e estão traduzidos em cerca de 26 idiomas.
Com mais de 250 milhões de cópias dos seus livros impressas e mais de 100 livros na lista do New York Times até à data, Nora Roberts é indiscutivelmente a escritora de ficção feminina mais célebre e amada dos dias de hoje.




Opinião:

Dois anos depois, é com um misto de alegria e nostalgia que acabo de ler a Trilogia da Herança. É um prazer voltar às descrições mágicas e luxuriantes com que a autora nos brinda sobre a Irlanda...

"Colinas atrás de verde desdobravam-se à sua frente, divididas aqui e ali por muros de rocha, fatiadas por um pedaço de terra castanha revolvida, uma súbita extensão colorida que eram campos de flores silvestres."

Assim como reencontrar as irmãs Concannon e as personagens com as quais criei empatia ao longo da trilogia.
No volume que encerra o ciclo, depois de várias buscas, Maggie e Brie dão as boas-vindas à irmã que descobriram através de cartas que o pai trocara com a mulher a quem muito amara. Como é natural, entre a bondade de Brie e os ataques de mau-génio de Maggie, gostei muito de ver como as três irmã se aproximavam, e como os laços de amor e amizade se formavam através dos mais pequenos, e, quiçá, gestos corriqueiros.

Porém, já não posso dizer o mesmo do romance que acompanha o desenvolver da história, como é quase imagem de marca da autora. Está bem escrito e descrito, não coloco quaisquer objecção, o sortudo apaixonado é um personagem digno de nota 10, quer por aspecto quer por personalidade (continuo a perguntar-me onde é que ela os arranja assim...), porém, a romântica em mim tirou férias por período indeterminado, pelo que não apreciei tanto como outrora. Pareceu-me quase... indiferente. Lia as passagens, algumas vezes quase em diagonal, e chegava-me tudo de forma muito desapaixonada.

E o facto de acontecer tão rapidamente: o cupido acertou-lhe, puff, foi amor à primeira vista, e no instante a seguir já temos algo como "-Eu amo-te Shannon. É simples. Quero casar contigo e criar uma família contigo." não abonou à situação. Claro que o que manteve o interesse foram respostas como: "-Isto não está a acontecer. Agora ouve o que eu te digo, tira esta loucura da cabeça. Não vai resultar. Estás a romancear a situação. A alucinar."

Convenhamos que apesar de ter concordado plenamente com a resposta, a atracção entre ambos é palpável, e só por isso, podemos supor que, bem ao estilo de Nora Roberts, o par romântico vai acabar por cair nos braços um do outro. (Por e de diversas maneiras) Mas não sem alguns percalços e arrufos! O que vai espevitanto o interesse.

No geral, o que me fez gostar deste último livro foi o facto de abordar o longo caminho que alguns de nós têm de percorrer, até aceitar que perdemos aqueles que amamos, mas que é possível abrir o nosso coração aos outros e perceber que é "permitido" aceitar o amor e amizade com que somos recebidos. E aí, tudo se torna possível. Até emendar antigas feridas e construir pontes.

Nora Roberts é já uma autora de eleição para mim; não tenho tantos livros na estante quanto gostaria, mas ando a trabalhar nesse sentido, conforme pais e carteira o permitem :P
Esta é a segunda trilogia Irlandesa que li da autora, e é sempre um prazer viajar para lá, ainda que para já seja só assim... Espero um dia realizar esse sonho há muito semeado cá dentro :)

Confesso que andei indecisa com o que tinha achado... entre o gostei e o gostei muito, lá arranjei algo intermédio. Para quem está habituado à autora, quer os cenários impecáveis, e as personagens fortes e bem construídas, assim como as relações paralelas que as mantêm unidas, continua tudo intacto. Penso que o que estragou um pouco, digamos assim, foi a ausência de empatia pelo casal e pelo romance em si, que tem tanto de cálido como de luxuriante. Se virem por aí uma fadinha vermelha (não sei que forma tem e só lhe estou a atribuir a cor, porque dizem que o vermelho é a cor do amor), façam-me a gentileza de a mandar para aqui, sim? ;)

Classificação: 3,5/5